BLOG DO MÁRIO ADOLFO
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Dito & Feito – Turbulência no voo do tucano


Enquanto João Dória (PSDB) se refestelava com os afagos que a mídia de Manaus fez em torno de sua visita, pipocavam no sul maravilha notícias nada animadoras para a sua pretensão de chegar à presidência da República.

De acordo com o instituto Datafolha, as rotineiras viagens que o prefeito paulista vem fazendo pelo País estão gerando uma queda na popularidade do tucano. No domingo, 8, pesquisa Datafolha mostrou que a popularidade de Dória despencou. A gestão é considerada ótima ou boa por 32% da população, uma queda de nove pontos com relação a junho.

Ruim ou péssima

A mesma pesquisa aponta que a administração é regular para 40% e ruim/péssima para 26%.

Em junho, os índices eram de 34% e 22%, respectivamente.

Não para em casa

Apesar de 49% dos paulistanos acharem que as viagens de Doria para fora do município trazem mais prejuízos do que benefícios para a cidade, ele diz que vai continuar com a peregrinação.

X

Em 7 meses, Doria saiu de São Paulo três vezes mais do que o ex-prefeito Haddad (PT).

A culpa é do PT

O prefeito reagiu aos números usando seu argumento preferido, o antipetismo. Atribuiu a queda à “herança deixada pelo PT”.

Braga é contra

O senador Eduardo Braga (PMDB-AM) reforçou as críticas ao decreto estabelece programa de venda de ativos das empresas de sociedades de economia mista, como Banco do Brasil, Eletrobrás, Eletronorte, Banco do Nordeste e Petrobras, entre outras.

Sem debate

O senador do Amazonas advertiu que o Brasil não pode “privatizar a qualquer custo e sem um amplo debate”.

— É inadmissível estarmos vendo privatização sem licitação.

Nem contra e nem a favor

Já o senador Omar Aziz (PSD-AM) afirmou não ser contra privatizações, mas disse que não apoia a privatização da Amazonas Energia nem da Eletronorte.

— Isso poderia comprometer o fornecimento de energia na Amazônia –, alertou o senador.

Alvo é a Lava Jato

Estava tudo armado.

O impeachment da presidente Dilma Rousseff foi a primeira forma de pressão para estanca a sangria da Lava Jato.

Por trás da PF

A outra seria a troca do diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello.

Isso foi confirmado nesta terça-feira 7, quando a exoneração do comandante da PF foi oficializada.

Homem do Sarney

Daiello deixou o cargo no qual estava desde 2011 e foi substituído por Fernando Segovia.

O nome de Segovia deve encontrar resistência  na PF. Isto porque ele foi superintendente da PF no Maranhão, estado da família Sarney.

Bola da vez

Em Tempo: A troca no comando da Polícia Federal se dá justamente no momento em que a cúpula do PMDB vira alvo e é a bola da vez da Lava Jato.

Concursos ameaçados 

O corte no orçamento da  LOA de 2018 ameaça a realização de concursos públicos.

Principalmente no caso das mais de 16 mil vagas anunciadas para a Polícia Militar, Polícia Civil e Seduc.

Posso esclarecer?

Líder do PMDB na Assembleia Legislativa, a deputada Alessandra Campêlo deu entrada a requerimento convocando três secretários de Governo para explicar detalhadamente o projeto de Lei Orçamentária Anual.

Homens fortes

Considerados os “homens fortes” do governo Amazonino, os secretários Alfredo Paes (Sefaz), Estevão Monteiro de Paula (Seplanct) e do chefe da Casa Civil, deputado licenciado Sidney Leite, serão sabatinados na próxima terça-feira 14, a partir das 9h.

Clube de Viagens

Após conquistar mais de 2 milhões de clientes em 35 países, o Clube de Viagens Vips, Dream Trips, um dos maiores do mundo, desembarcou em Manaus neste sábado, 11.

A festa de lançamento foi no Tropical Hotel.

EM ALTA

Para a empresa de marketing Hirotaka Matsushima, do Japão, que decidiu dar seis dias a mais de férias para funcionários não fumantes. O motivo é simples: empregados fumantes levam em média 15 minutos cada vez que dão uma pausa no trabalho para fumar um cigarro. Os não-fumantes consideraram injusto que eles tivessem direito ao mesmo período de férias.

EM BAIXA

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) que, por onde tem andado, defende abertamente a ampliação do porte de armas no país e afirmou que, com ele, “não existiria o politicamente correto”.  “No que depender de mim, com a ajuda de vocês, todos terão porte de arma de fogo”, disse.

Mário Adolfo Filho

Mário Adolfo Filho

Jornalista, formado pela Universidade Federal do Amazonas. Com passagem por grandes jornais de Manaus, Prefeitura de Manaus, Câmara Municipal de Manaus e Câmara dos Deputados.