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Dito & Feito – Ano novo, Casa nova

Com custo de R$ 4,1 milhões foram inauguradas, ontem (28), algumas obras do pacote de reformas da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM). Uma delas foi o plenário Ruy Araújo que está com uma cara totalmente nova. O escuro da antiga decoração saiu para dar vida ao “clean” e a parede principal da Mesa Diretora está destacada com o mapa do Amazonas.

Coadjuvante nunca mais!

O presidente David Almeida, disse em seu discurso que a ALE-AM não pode voltar a ser coadjuvante.

—  Dentro de tudo aquilo que nós fizemos, somos uma Assembleia protagonista e não pode voltar a ser um poder coadjuvante.

Sem ranço

David observou que nunca focou sua atuação de presidente na oposição ao governo. Mas sim trabalhou pelas melhorias da Casa Legislativa e não focou a crítica pela simples crítica.

— Não me senti de oposição ao governo de Amazonino. Fui, sim, um deputado que prezou pelo poder legislativo.

Puxadinho

O ex-deputado Fausto Silva será o presidente da Associação de Ex-deputados Estaduais da ALE-AM, cujo escritório está no 7º andar do prédio principal.

Tribuna do totó

A deputada estadual Joana Darc (PR), que defende arduamente a causa animal, terá espaço para levar o seu cachorro no plenário. A informação foi divulgada no Instagram da deputada.

Volta às aulas

Em suas redes sociais, Joana disse que sentiu na ALE-AM como se estivesse no primeiro dia de aula.

—  Hoje, estou na ALE-AM como se estivesse no primeiro dia na escola: cheia de entusiasmo e de novos horizontes.

O novo e o velho

O ex-presidente da Casa, Lupércio Ramos, que também esteve na reinauguração do Ruy Araújo, disse que as mudanças necessitam de experiência.

— Estamos presenciando verdadeiras mudanças, mas para serem viáveis não podem prescindir da experiência acumulada ao longo da vida.

Alerta tucano

O prefeito Arthur Virgílio (PSDB)  alertou sobre a fragilidade a que estará submetido o povo do Amazonas com o fim da ZFM. O debate foi travado durante encontro com o o novo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.

Seria uma tragédia

Virgílio alertei que o fim do modelo de desenvolvimento levaria os quatro milhões de amazonenses ao desespero, ao avanço sobre a floresta, atrás da sobrevivência.

— Além do desgaste internacional o qual o país enfrentaria – advertiu o tucano. 

Pente fino

Arthur concordou ser necessário um “pente fino” nos incentivos, para separar o joio do trigo.

— E ponderei que, se houvesse intenção de acabar com a Zona Franca, bastaria deixá-la como está hoje”, ressaltou.

 

Terra, urgente!

Em meio a tantas tragédias, enfim, uma boa notícia para o planeta Terra. Após décadas de proibição do uso de químicos, a camada protetora do planeta , finalmente, está se regenerando. O buraco sobre a Antártida pode estar completamente fechado até a década de 2060, aponta ONU.

A camada de ozônio, que protege a Terra contra os raios ultravioleta solares, vem se recuperando a uma taxa de cerca de 2% ao ano desde 2000. E pode estar completamente regenerada até meados deste século, aponta um estudo da ONU.

Os vilões

O levantamento atribui essa taxa de sucesso ao histórico Protocolo de Montreal, de 1987. Esse protocolo proibiu os clorofluorcarbonetos (CFCs), usados em aerossóis e refrigeradores, e outras substâncias destruidoras da camada de ozônio.

Perguntar não ofende

Do Vice-presidente da República, ao comentar apurações do Coaf ligadas a Flávio Bolsonaro.

—  É preciso dizer que o caso Flávio Bolsonaro não tem nada a ver com o governo.

Ué, então  por que os  erros do Lulinha, Fábio Luís Lula da Silva ,  tem a ver com o presidente Lula?

Esperança

Os 136 militares de Israel ajudarão na busca de sobreviventes na cidade de Brumadinho,  usarão equipamentos de tecnologia como um aparelho que consegue captar sinal de celular embaixo da lama. E se as baterias já estiverem descarregadas? Afinal, há quatro dias os aparelhos soterrados na lama.

EM ALTA

Os bombeiros que, cheio de garra, técnicas e boa vontade, lutam para resgatar vidas no meio dessa lama tóxica que varreu a cidade de Brumadinho (MG) na última sexta-feira, 25, depois do rompimento da barragem da Vale. Esses profissionais já  conseguiram resgatar 192 sobreviventes 

EM BAIXA

Especialistas sobre direitos humanos da ONU cobrou que o Brasil reveja seu programa econômico, afirmando que cortes em programas sociais e restrições orçamentárias estão agravando desigualdades e penalizando os mais pobres. “Pessoas em situação de pobreza e outros grupos marginalizados estão sofrendo desproporcionalmente por causa de medidas econômicas austeras num país que já foi considerado um exemplo de políticas progressistas para reduzir a pobreza e promover a inclusão social”, diz um comunicado assinado pelo grupo, divulgado pelo Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos (EACDH).

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