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Nelson Teich conhece 'cápsula Vanessa' em Manaus


O ministro da saúde, Nelson Teich, em visita à capital do Amazonas para tratar sobre as providências no combate à Covid-19, foi convidado pelo prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, a visitar o hospital de campanha municipal Gilberto Novaes, administrado pela Prefeitura de Manaus, em parceria com o grupo Samel e o instituto Transire. Até agora, os resultados têm sido os mais promissores da cidade, com um total de 113 altas, desde que recebeu o primeiro paciente, em 14 de abril, sendo que 30 dessas liberações ocorreram na tarde desta segunda-feira, 4/5.

“Temos a felicidade de contar com a ajuda da iniciativa privada e montar esse hospital em um prédio que foi construído para abrigar um complexo educacional, na zona Norte, e com isso estamos salvando muitas vidas, sob a direção do empresário Ricardo Nicolau. O método utilizado aqui não é invasivo e com menor possibilidade de complicações provocadas por contaminação”, disse o prefeito Arthur Virgílio Neto, referindo-se ao “método Vanessa”, para tratar pacientes com Covid-19, que consiste em uma cápsula que envolve o paciente da cabeça até a cintura, para ministrar oxigênio sem entubação.

Após a visita, o ministro se reuniu com o prefeito Arthur Virgílio, para definir estratégias e ações imediatas para o combate ao novo coronavírus e para o tratamento de pacientes com a doença. Segundo Teich, durante a conversa foram discutidas as possibilidades de reforçar as estruturas de atenção à saúde, para atendimento dos pacientes e também da definição de uma área para o atendimento das populações indígenas. Ele também comentou sobre o método utilizado no hospital de campanha.

“Já tínhamos conhecimento dessa metodologia e já estamos trabalhando para trazer um grupo para estudar os benefícios e ver os próximos passos. Esse é um trabalho de todo mundo e é fundamental que se trabalhe as diferenças, buscando eficiência e velocidade”, disse o ministro. “Eu conheci estruturas boas, mas que precisam ser melhoradas e isso acontece em todo o Brasil. Trabalhamos 24 horas, sete dias por semana, sem parar, para agilizar as respostas o máximo que pudermos”, reforçou.

Redação BMA

Redação BMA

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