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Dito & Feito - O apelo dramático de Eduardo Braga


O líder do MDB no Senado Federal, Eduardo Braga (AM), fez um apelo dramático pela saúde no Amazonas, durante reunião pela Internet. No encontro semanal de líderes, Eduardo relatou a atual situação da saúde no Amazonas e fez um apelo as principais lideranças políticas para socorrer o Estado diante dos resultados negativos registrados na pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

— Estamos vivendo uma situação desesperadora na saúde do nosso Estado. E, independente de qualquer questão político-partidária, temos que buscar todos os recursos necessários. O momento é de união, a questão agora é salvar vidas –, apelou o senador.

Situação grave

O novo boletim Covid-19 divulgado nesta segunda-feira (13/04) mostra que o Amazonas continua evoluindo no quadro de novos pacientes infectados e mortos pela Covid-19.

De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), atualmente são 1.206 casos, com 62 mortes e 138 pessoas curadas da doença. Outros 813 pacientes, segundo a entidade de saúde, estão em isolamento domiciliar.

Pedido de ajuda

Braga fez apelo foi direcionado principalmente ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP); ao líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-SP) e ao líder do governo no Congresso Nacional, Eduardo Gomes (MDB-TO).

HGV ressuscitado

Em meio à crise, o senador ao menos revelou uma boa notícia. Ele disse que  recebeu informações do diretor do HUGV (Luiz Mário), que os leitos de UTI estão prontos, montados e faltava apenas pessoal para entrar em funcionamento.

HGV ressuscitado 2

— O diretor disse que foi autorizado e começa a partir amanhã (terça-feira) o processo de contratação de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e todo o apoio necessário para que o HUGV possa funcionar em sua plenitude -, disse Braga.

Beneficente é uma

O deputado Serafim Corrêa (PSB) volta a reforçar uma antiga sugestão para desafogar o atendimento nos demais hospitais públicos de Manaus.

Solicitou nesta terça-feira,14, ao governo do estado, a contratação do Hospital Beneficente Portuguesa com pagamento da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS).

Não gostaram

Ele disse que fez isso no ano passado, junto com a deputada Therezinha, deputado Adjuto Afonso e deputado Abdala Fraxe. Mas sentiu certa má vontade de parte da Susam.

— Uma resistência muito grande em contratar o Beneficente Portuguesa pagando a tabela SUS – disse o parlamentar.

Planos de saúde

O Senado pode votar o congelamento dos preços de planos de saúde enquanto durar a calamidade pública provocada pela covid-19. A proposta, sugerida pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), pode ser acrescentada à Medida Provisória (MP 933/2020) que suspendeu reajustes nos remédios.

Nicolau pede licença

O deputado estadual Ricardo Nicolau (PSD) acaba de dar um bom exemplo. Anunciou nesta terça-feira, 14 de abril, que irá formalizar um requerimento de licença não remunerada das funções parlamentares por 60 dias por razões de interesse particular.

No combate à Covid-19

O interesse particular que o parlamentar justifica é se dedicar integralmente a suas atividades na área da saúde, coordenando ações de enfrentamento ao novo coronavírus.

— Ficarei apenas como diretor do Grupo Samel e creio que vou ser mais útil dentro dos hospitais para ajudar o povo do meu Estado –, disse ele.

Sem suplente

Conforme previsto pelo Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) e pela Constituição Estadual, não há necessidade de convocação de suplente devido ao afastamento não ultrapassar 120 dias. Se a regra permitisse suplente, que deveria assumir seria a ex-primeira dama Nejmi Aiz, mulher do senador Omar Aziz (PSD).

Nada mais justo

Os profissionais de saúde de Manaus que estão trabalhando  durante o período de calamidade pública decorrente do novo coronavírus, poderão obter a suspensão das cobranças oriundas dos créditos consignados que, porventura, tenham feito. A proposta é do presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), Joelson Silva (Patriotas), que encaminhou uma indicação ao executivo municipal.

Fôlego na crise

A iniciativa não é pioneira no Brasil. Mas serve de fôlego financeiro em meio ao problema, por prever também que os juros para parcelas vencidas não sejam cobrados após a pandemia.

— No início desta semana, o governo de Mato Grosso autorizou a suspensão de consignados aos servidores daquele estado. Aqui, nós também estamos amparados pela lei e, ao sugerirmos uma medida como essa, não fazemos mais do que nossa obrigação –, justificou Joelson.

Yes, nós temos banana

Se for por falta de banana, ninguém vai morrer de fome no combate à pandemia do Covid-19. Heroicamente, agricultores rurais do município de Manicoré estão conseguindo enviar para Manaus 108 toneladas de banana pacovã e prata e 2.500 frutos de maracujá por semana para abastecer Manaus.

Vem de barco

A unidade local do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) tem auxiliado os agricultores rurais. Em período de pandemia, os barcos vindos do município que antes transportavam passageiros estão servindo para transportar cargas.

Exoneração injusta

Uma operação de combate ao garimpo ilegal em terras indígenas levou à exoneração do diretor de Proteção Ambiental do Ibama, em Brasília, Olivaldi Borges Azevedo, nesta terça-feira (14).

Globo não

A operação foi mostrada em reportagem do programa Fantástico, da TV Globo, neste domingo (12), o que desagradou ao governo.... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/colunas/rubens-valente/2020/04/14/ibama-conoravirus-crise.htm?cmpid=copiaecola

Bom combate

A megaoperação, realizada em três terras indígenas no interior do Pará (Apyterewa, Araweté e Trincheira-Bacajá), foi desencadeada para reprimir garimpos ilegais.

Covid na floresta

A intenção do Ibama era, também,   combater o   desmatamentos, caça ilegal de animais silvestres. E, ao afastar os invasores, tentava impedir a chegada da Covid-19 às aldeias indígenas.

Valores invertidos

Antes, o servidor era demitido quando era omisso e permitia exploração em terras indígenas por garimpeiros. Hoje é demitido, justamente,  por combater a invasão e ficar do ladfo dos mais fracos.

Nem  o véio aguentou

O grupo, que pertence ao empresário Luciano Hang, conhecdo como “véio da Havam”, um dos principais apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, suspendeu o contrato de trabalho de 11 mil funcionários devido a pandemia de coronavírus. Isso equivale a metade dos empregados da empresa, que conta com 22 mil colaboradores.

Só lero-lero

Depois de muitos discursos alinhados com o Bolsonaro no ataque ao isolamento necessário para conter a pandemia sobre o pretexto de preservar a economia, Hang foi ágil em aproveitar as medidas emergências para se livrar de trabalhadores e poupar despesas.

Espertão

Em nota, a empresa afirmou que “foi uma das primeiras empresas a utilizar a Medida Provisória (MP) 936/2020 que permite a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias”. Durante a suspensão, a empresa paga 30% do salário do funcionário afastado e o governo entra com um valor equivalente a 70% do seguro-desemprego.

ORGULHO

Os profissionais de saúde do Hospital Madre Theodora, de Campinas, adotaram uma prática que tem sido utilizada também em outras partes do mundo. Colocaram nos uniformes fotos deles sorrindo para alegrar pacientes internados com a covid-19. É que todos os equipamentos de segurança, incluindo máscaras e face shields, escondiam as feições dos médicos, enfermeiros e funcionários. Para humanizar o atendimento e reaproximar pacientes e profissionais da saúde eles têm utilizado fotos pessoais presas aos uniformes de trabalho – dessa forma o paciente pode identificá-los e reconhecê-los mais facilmente. “Esse foi o jeito que encontramos de nos reaproximar e continuar criando laços, apesar da distância necessária para manter a segurança de todos”, disse um médico.

VERGONHA

Procuradoria Geral da República (PGR) solicitou ao  Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito contra o ministro da Educação, Abraham Weintraub, por suspeita de crime de racismo por uma publicação dele nas redes sociais sobre a China e o coronavírus. O ministro Celso de Mello é o relator do caso no supremo. O vice-procurador-geral viu indícios de racismo na mensagem e solicita abertura de inquérito para que haja diligências e explicações por parte do ministro. Em postagem numa rede social no dia 4, o ministro usou o personagem Cebolinha, da Turma da Mônica, para fazer chacota da China e associar a pandemia de coronavírus a interesses do país asiático.

Redação BMA

Redação BMA

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