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Suspeito de matar Silvanilde foi contratado no início de maio, diz empresa


A empresa ALM Melo se pronunciou por meio de nota sobre o caso Silvanilde, em que um colaborador foi preso suspeito de assassinato. No comunicado divulgado na noite desta terça-feira (31), a empresa confirma o vínculo de Caio Claudino de Souza, 25, que ainda não completou se quer um mês no quadro de funcionários.

De acordo com a nota da ALM Melo, Caio foi contratado no começo desde mês, e ainda está no período de experiência de 30 dias, prática comum em um processo de contratação. “Trata-se de um funcionário contratado em 02 de maio de 2022, na função de Concierge, tendo a empresa, como de praxe, tomado todos os cuidados no processo seletivo, inclusive, tendo este fornecido o Atestado de Antecedentes Criminais”, diz o texto.

Ainda na nota, “a empresa esclarece que é extremamente cautelosa na contratação de seus colaboradores, cercando-se de todos os cuidados para evitar qualquer falha. (…) Jamais passamos por alguma situação em que nossos empregados estivessem envolvidos em qualquer ilícito. A ALM Melo se solidariza com os familiares e amigos da vítima”, completa o comunicado.

Outra categoria, dos Sindicatos dos Empregados em Empresas de Vigilância e Segurança de Manaus (Sindevam), afirmou por meio do presidente, Valderli Bernardo, que “Caio não pode ser tratado como vigilante patrimonial, e nem estava exercendo a função, e estava contratado na empresa que trabalha como Agente de Portaria”.

“Informamos ainda que o profissional de Vigilância Patrimonial , submete-se a um processo de seleção rigoroso para realizar o curso de formação de vigilante,como também para ser admitido em empresa de vigilância,sempre monitorado pela Polícia Federal a cada 2 anos ,quando realiza a atualização do curso de vigilante,independente do seu tempo na profissão. Vigilante não pode ter antecedentes criminais e precisa ser maior de 21 anos”, diz o texto do Sindevam.

Já o condomínio Gran Vista, local onde o crime ocorreu, reforçou por meio de nota que Caio Claudino de Souza é funcionário terceirizado da  ALM Melo, empresa contratada pelo condomínio justamente para promover a segurança da massa condominial.

“Até onde se sabe, o suspeito nunca havia trabalhado no condomínio (Gran Vista), e foi escalado pela AML (Patrimônio Sistemas de Segurança), para suprir necessidade eventual de aumento de segurança devido, aos vários eventos particulares que ocorreriam na data do crime”, explica a nota.

Entenda o caso

Caio Claudino de Souza, 25, foi preso nesta terça-feira (31) como principal suspeito de matar a diretora do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT11) Silvanilde Ferreira Veiga, que tinha 58 anos. O crime aconteceu no dia 21 de maio, em uma sábado, dentro do apartamento onde a servidora pública vivia com a filha, em um condomínio de luxo, no bairro Ponta Negra.

Para a polícia, Caio confessou o crime e disse que estava sob efeito de droga e não tinha intenção de matar Silvanilde, apenas roubar o celular dela, e que o assassinato foi um acidente. No entanto, a perícia policial identificou pelo menos 14 facadas pelo corpo da vítima, sendo a maioria (12) na região do pescoço. Silvanilde já foi encontrada sem vida no chão próximo ao banheiro do apartamento.

Fonte: Manaus Alerta

Redação BMA

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