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Ricardo Nicolau quer duplicar o valor do Auxílio Estadual para R$ 300


O pré-candidato ao governo do Amazonas, deputado estadual Ricardo Nicolau (Solidariedade), propõe o aumento de R$ 150 para R$ 300 o valor do Auxílio Estadual, programa que hoje beneficia mais de 280 mil famílias de baixa renda. A ideia é fazer com que as famílias beneficiadas possam ter maior poder de compra, uma vez que o valor atual é, em grande parte, corroído pela alta inflação.

“Esse valor do Auxílio Estadual não dá para comprar todos os itens da cesta básica. Quem vai ao supermercado todo mês sabe como estão os preços dos alimentos. Para amenizar essa dura realidade, eu proponho dobrar esse valor para que as famílias possam ter o mínimo em casa, que é o alimento nesse momento difícil que estamos vivendo. Os governantes têm os instrumentos para ajudar e nada fazem. Precisamos colocar comida no prato das pessoas. O Amazonas tem pressa”, ressaltou.

O pré-candidato afirmou que a duplicação do valor do Auxílio Estadual é possível fazendo uma gestão eficiente, enxugando a máquina pública, priorizando gastos e combatendo a corrupção.

“Hoje, o governo do Amazonas gasta R$ 500 milhões com o sistema penitenciário para seis mil presos e, mesmo assim, há problemas graves nas penitenciárias. Esse valor, revisando esse contrato, daria para bancar o reajuste do Auxílio Estadual e, ainda, sanar os problemas nas prisões do Estado. É com gestão que vamos reduzir os custos do Estado, enfrentando a corrupção e o desperdício do dinheiro público”, afirmou.

A fome no Amazonas

Cerca de 505,3 mil pessoas ou 12,5% viviam em extrema pobreza no Amazonas em 2020, ou seja, com menos de R$ 155 reais por mês. Mais de 111,79 milhões ou 44,5% dos amazonenses viviam em situação de pobreza, com menos de R$ 450 por mês. Os dados são os mais recentes da Síntese de Indicadores Sociais, divulgada em dezembro do ano passado pelo IBGE.

Para Ricardo Nicolau, é de responsabilidade do Estado combater a pobreza de forma a reduzir a fome.

“Não tem nada mais terrível do que uma pessoa passar fome e, hoje, há amazonenses que precisam escolher se come proteína um dia sim, outro não. Isso é desumano. O Amazonas é um estado rico, mas tem pessoas passando necessidades. É preciso criar emprego e renda principalmente no interior, coisa que o governo atual não fez”, declarou.

Redação BMA

Redação BMA

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