BLOG DO MÁRIO ADOLFO
Você gostaria de receber notificações em tempo real e não perder nenhuma notícia importante?
Cancelar
Aceitar

Bookmarks

You haven't yet saved any bookmarks. To bookmark a post, just click .

Professor da UEA é investigado por tráfico de órgãos humanos



A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira, 22/02, a Operação Plastina, para investigar a possível prática do crime de tráfico internacional de órgãos humanos.

A ação cumpriu dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal da SJAM. Um deles foi executado na residência do professor Helder Bindá, que coordena o Laboratório de Anatomia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), local que também foi alvo de mandado.

De acordo com a PF, as apurações apontam que o investigado enviou órgãos humanos para Singapura.

Há indícios de que foi postada uma encomenda contendo uma mão e três placentas de origem humanas, de Manaus com destino a Singapura, cujo destinatário é um famoso designer indonésio que vende acessórios e peças de roupas utilizando materiais de natureza humana.

Os órgãos passaram por um processo chamado de plastinação, que tem o objetivo de preservar matéria biológica, que consiste basicamente em extrair os líquidos corporais (água e soluções fixadoras) e os lipídios, através de métodos químicos, substituindo-os por resinas plásticas como silicone, poliéster e epóxi, resultando em tecidos secos, inodoros e duráveis.

Crimes
Durante a ação da Polícia Federal, foi cumprido ainda um mandado de afastamento de função pública. Se condenado, o investigado poderá responder, na medida de sua responsabilidade, pelo crime de tráfico internacional de órgãos humanos, com pena de até 8 anos de reclusão.

Afastado

A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) afastou por 30 dias um professor concursado da disciplina de Anatomia, da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESA/UEA) investigado por enviar órgãos humanos de Manaus para Singapura, na Ásia.

Redação

Redação

As principais notícias do Amazonas, do Brasil e do mundo. Mais de 40 anos de jornalismo com credibilidade.

Manaus