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Procon-AM encontra diferença de até 443% em material escolar

O Programa de Proteção e Orientação do Consumidor (Procon-AM) realizou nos dias 4, 7 e 8 de janeiro, pesquisa comparativa de preços de 33 itens do material escolar em seis estabelecimentos comerciais. O objetivo da pesquisa é oferecer referência e dar ênfase na proteção dos interesses do consumidor quanto ao preço e ofertas de produtos e serviços, conforme o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

As maiores variações aparecem no produto lápis preto de diferentes modelos, em que a diferença encontrada chega a 443%. O menor valor é de R$ 0,35 e o maior é R$ 1,90, seguido de 420% (R$ 1,30 e 0,25) e de 400% (R$ 1,00 e 0,20), sendo que neste último incluem-se também a borracha branca. Em outros itens, como caderno universitário e brochura, as variações encontradas foram de 121% (R$ 20,75 e 9,40) e de 98% (R$ 9,90 e 5,00), respectivamente.

Segundo o gestor do Procon-AM, Jalil Fraxe, é importante o consumidor levar em consideração o valor total da lista do material escolar, as formas de pagamento, comodidade, vantagens. Ele aconselha os consumidores a observarem, antes de irem às compras, os itens que já possuem e que estão em condições de uso.

“Alguns locais oferecem desconto para compras em grande quantidade, portanto é interessante vários consumidores se juntarem e comprarem em um só estabelecimento. Outra dica é não levar os filhos às compras, pois como eles não têm noção econômica e financeira vão escolher produtos com marcas de personagens ou que são lançamentos, e estes, com certeza, possuem preços mais elevados”, aponta.

CONFIRA A LISTA COMPARATIVA:

Pesquisa Material Escolar 2019

Um comentário

  • Anabela Cristina Rodrigues

    10 de janeiro de 2019 at 02:13

    Muitas escolas particulares passaram a adotar apostilas própria e estão cobrando preços abusivos, em alguns casos o preço fica acima de R$ 1.500,00. Outra situação que temos são os vínculos de parceria entre escolas e livrarias aonde ficamos sem opção de aonde comprar, muitos livros encontramos em site de livraria localizada fora de Manaus aonde os preços são menores, e as escolas não estão aceitando e para burlar as fiscalizações dos órgãos mandam as editoras imprimir as capas dos livros com o nome da escola. É necessário que o Conselho Estadual de Educação do Amazonas crie normas e regulamentação para proibir tais modus operanti praticados pelas escolas aonde prejudica os pais.

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