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O Porão do Alemão emitiu nota falando sobre o ocorrido na casa na madrugada deste sábado, 25/11, quando o advogado Wilson Justo foi morto pelo delegado Gustavo Sotero.

De acordo com a nota, o delegado passou pela revista da segurança e teve a arma apenas registrada, uma vez que é permitido a autoridades policiais o porte, mesmo não estando em horário de serviço.

Leia a nota:

Lamentamos o ocorrido na madrugada do dia 25 de novembro.

Quatro pessoas foram atingidas e só quem nos conhece sabe o quanto é doloroso escrever isso.

Todos sabem o quanto prezamos pela segurança, revistando, abordando e nunca permitindo que civis adentrem a casa armados.

Porém muitos não conhecem a Lei 10.826/03 (https://goo.gl/izqze) bem como a Portaria Normativa N.º 09/2013-GDG/PC que permite que policiais estejam armados, inclusive em casas noturnas, eventos públicos ou privados.

O policial passou pelo nosso rigoroso sistema de revista e registro, tendo sua arma cautelada.

Não dormimos ainda, estamos cansados, chocados e até sendo atacados pelas diversas opiniões de pessoas desinformadas.

Nos solidarizamos com todos os envolvidos neste incidente e nesse momento estamos colaborando com as autoridades que investigam o caso.

Agradecemos de coração aos seguranças que contiveram a situação. Nossa equipe adotou os procedimentos necessários no atendimento às vitimas.

Trabalhamos tanto pelo direito de se divertir fora de casa… quem frequenta e nos acompanha sabe disso.

Pedimos desculpas pela nota tardia. Estávamos atendendo e colaborando com as autoridades.

Não funcionaremos hoje em respeito às vítimas e seus familiares.

Mário Adolfo Filho

Mário Adolfo Filho

Jornalista, formado pela Universidade Federal do Amazonas. Com passagem por grandes jornais de Manaus, Prefeitura de Manaus, Câmara Municipal de Manaus e Câmara dos Deputados.