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Pesquisa da Seduc aponta que 82% são a favor do retorno híbrido das aulas


Pensando na aplicação dos protocolos de saúde e na nova dinâmica a ser adotada pelas escolas da rede pública estadual, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Educação e Desporto, consultou pais, responsáveis, gestores, professores, pedagogos e administrativos sobre o retorno das aulas presenciais, ainda sem data definida. Ao todo, 82,5 mil pessoas de todo o Amazonas responderam aos questionários on-line da pesquisa, que tem índice de confiança de 95%, de acordo com o Departamento de Estatística da pasta.

A Secretaria de Educação buscou entender os anseios da comunidade escolar para que o Plano de Retorno às Atividades Presenciais fosse conduzido com as percepções de todos que compõem a Educação, além de atender às medidas de prevenção estipuladas pelos órgãos de Saúde.

A pesquisa mostrou que 82% dos pais e responsáveis são a favor do retorno híbrido, sendo 43,90% na forma “Híbrida, em dois grupos”, que consiste em metade de cada turma assistir a aulas em dias alternados e, nos dias em que não tiverem que ir às escolas, assistir aos conteúdos do “Aula em Casa”, e outros 38,35% na forma “Híbrida”. A opção “Completamente presencial” foi votada por 17,75%.

Entre as medidas necessárias para o retorno seguro das aulas presenciais, a comunidade escolar assinalou todas as alternativas como importantes. São elas: distanciamento, escalonamento para horários de intervalos e saída; uso de máscaras pelos profissionais e estudantes; medição de temperatura diária na entrada das escolas; disponibilização de mais pias e totens de gel; redução da quantidade de alunos nas salas de aulas; e apoio psicológico aos estudantes.

Quanto à testagem e/ou suspeita de Covid-19 nos servidores da secretaria, mais de 70% dos gestores, professores, pedagogos e administrativos, da capital e do interior, disseram não ter tido a doença ou a suspeita de contaminação. Quanto aos óbitos pelo novo coronavírus, 13% dos pais ou responsáveis indicaram ter perdido de um a cinco membros da família para a doença.

Redação BMA

Redação BMA

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