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Partido de Abdala quer impedir diplomação


O diretório nacional do partidos Podemos, de Abdala Fraxe, entrou com uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF) direcionado ao relator Ricardo Lewandowski, para barrar a diplomação dos candidatos eleitos.

O pedido vai compor a ação declaratória de inconstitucionalidade impetrada pelos advogados Carlos Barretto, André Almeida e Eduardo Bonates, na semana passada, antes do segundo turno da eleição suplementar. Nesse pedido, o partido pede a suspensão da eleição direta e define a eleição indireta como solução para escolher o novo governador do Amazonas. A ação ainda não foi apreciada pelo ministro Ricardo Lewandowski.

De acordo com o advogado Carlos Barretto, o novo pedido é baseado na falta de decisão sobre essa primeira ação. O Podemos solicita que a diplomação de Amazonino Mendes e Bosco Saraiva, que está prevista para ocorrer no próximo dia 02 de outubro, seja suspensa pela Justiça até que o relator tome uma decisão sobre a ação impetrada anteriormente ao pleito, que ocorreu no último domingo (27).

Os advogados ainda questionam o resultado final da eleição que elegeu Amazonino Mendes. Segundo eles, os magistrados devem analisar que boa parte da população do Amazonas se absteve dos votos e decidiu não votar em nenhum dos candidatos.

“… as abstenções, os votos brancos e nulos seriam os grandes vencedores deste pleito (mais de 1 milhão de eleitores amazonenses – para ser exato, 1.016.635!!! – não quiseram nenhum dos candidatos), superando – e muito –
a votação do candidato eleito (782.933 votos para Amazonino Mendes). É isso mesmo Nobre Ministro, a população do Estado do Amazonas recusou ambos os candidatos nesta eleição inconstitucional, sabedores que são que esta eleição deveria seguir os comandos da Constituição do Estado do Amazonas e da Constituição Federal…” diz a ação.

 

Mário Adolfo Filho

Mário Adolfo Filho

Jornalista, formado pela Universidade Federal do Amazonas. Com passagem por grandes jornais de Manaus, Prefeitura de Manaus, Câmara Municipal de Manaus e Câmara dos Deputados.