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"Não podemos nos dar ao luxo de guardar vacina em geladeira", diz Serafim apelando para que Semsa continue vacinando idosos


O deputado estadual, Serafim Corrêa (PSB), durante discurso na manhã desta terça-feira, 9, na sessão híbrida da ALE-AM (Assembleia Legislativa do Estado), lembrou do quadro devastador da Covid-19 no Brasil e no Amazonas, e disse que "não podemos nos dar ao luxo de guardar vacina em geladeira". O parlamentar fez um apelo para que a secretaria não paralise a vacinação e imunize o número possível de idosos de 64 a 60 anos, enquanto aguarda a chegada de um novo lote por meio do Ministério da Saúde.

Segundo Serafim, dos 67.694 idosos desse grupo de idosos, a Semsa (Secretaria Municipal de Saúde) possui doses de imunizantes contra a Covid-19 para 35,7%, ou seja, aproximadamente 24 mil pessoas.

"Eu quero daqui fazer um apelo às autoridades no sentido de que sigam a fila natural da idade. Se tem vacina para mais dois dias, vacinem as pessoas com 64 e 63 anos. Se sobrar vacina, que avance para 62, 61 anos. Nós não podemos nos dar o luxo de guardar vacina em geladeira quando a doença avança de forma devastadora pelo Brasil afora. Não é hora de guardar vacina na geladeira, é hora de colocar vacina no braço das pessoas e proteger a nossa população. Se há doses, hoje, que podem imunizar 24 mil idosos, temos que vaciná-los imediatamente. São 24 mil vidas protegidas", defendeu Serafim.

O líder do PSB na Casa Legislativa lembrou que a variante da Covid-19 que levou o Amazonas a um novo colapso da saúde, chegando à situação extrema da falta de oxigênio nos hospitais, agora avança pelos demais estados brasileiros.

"Mais de mil pessoas aguardam leitos em hospitais do Paraná, ou seja, aquela variante P1 que devastou Manaus, que levou muitas pessoas à morte e que tanto mal nos fez, está espalhada pelo Brasil. Nesse contexto que quero dizer que nós só temos um caminho e esse caminho é a vacinação", reforçou o deputado.

"O Ministério da Saúde se atrapalhou na questão da vacinação, ele (ministro Eduardo Pazuello) anunciou que tinha uma quantidade e não tinha, nos prometeu que vacinaríamos de 69 a 50 anos, depois disse que não era bem assim e a vacinação não iniciou. Agora mandou vacina para os idosos de 69 a 65, mas na faixa de 64 a 60 mandou só o equivalente a 35,7%. Mas nesse cenário que vivemos, com tantas vidas perdidas diariamente, precisamos avançar. Cada vida importa, então renovo meu apelo para que a Semsa avance na imunização dos idosos", concluiu Serafim.

Fonte: Radar Amazônico

Redação BMA

Redação BMA

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