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Médica bolsonarista é afastada por chamar judeus de 'massa de rebanho'


A médica havia alegado que foi afastada do Albert Einstein por defender o uso da cloroquina contra o coronavírus, mas hospital israelita esclareceu que motivo do afastamento foi uma "analogia infeliz" de Nise sobre o holocausto e o pânico causado pela pandemia.

O Hospital Israelita Albert Einstein divulgou uma nota à imprensa, neste sábado (11), em que desmente a médica Nise Yamaguchi, que foi afastada da instituição.

Em entrevista ao SBT Brasil, na noite desta sexta-feira (10), Yamaguchi, que chegou a se encontrar com o presidente Jair Bolsonaro após a saída de Nelson Teich do Ministério da Saúde, disse que foi afastada do hospital por defender o uso da cloroquina contra a Covid-19.

“Recebi uma ligação hoje do diretor clínico do hospital de que, a partir deste momento, não poderia estar mais atendendo pacientes”, afirmou. De acordo com a médica, a direção do Albert Einstein teria argumentado que o posicionamento a favor da cloroquina “denigre o hospital”.

Na nota à imprensa, no entanto, o hospital informou que o motivo real do afastamento de Yamaguchi é o fato de a médica ter feito, durante uma live, uma “analogia infeliz e infundada” sobre o holocausto e o pânico causado pela pandemia, chamando os judeus de “massa de rebanho”.

“Você acha que alguns poucos militares nazistas conseguiriam controlar aquela MASSA DE REBANHO de judeus famintos se não os submetessem diariamente a humilhações, humilhações, humilhações”, disse médica, de acordo com o hospital.

Fonte: Revista Fórum

Redação BMA

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