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Marinha leva fuzileiros, canhão, metralhadoras e morteiros para Humaitá

Ainda é muito grande o clima de tensão no município de Humaitá (a 675 km de Manaus (a 675 km ade Manaus), após os conflitos de sexta-feira e sábado, quando um grupo de garimpeiros atacou e incendiou carros e prédios de órgãos federais na cidade, além de  uma embarcação do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).

Nesta segunda-feira (30), a Marinha anunciou o enviou para Humaitá (AM) de um pelotão com cerca de 30 fuzileiros navais e um navio-patrulha para dar segurança a militares e familiares no município.  Com tripulação prevista de 56 homens, o navio-patrulha fluvial Rondônia, enviado de Porto Velho (RO), é equipado com um canhão, seis metralhadoras e dois morteiros.

A explosão da violência teve início depois que os órgão federais, tendo o Ibama à frente, desencadearam uma nova etapa da Operação Ouro Fino, que combate o garimpo ilegal em unidades de conservações e terras indígenas banhadas pelo rio Madeira. O Ibama apreendeu 42 embarcações que estavam sendo usadas para o garimpo. Recorrendo a uma previsão legal já aplicada em outras operações de fiscalização no país, o órgão destruiu 31 embarcações dos garimpeiros.

A Marinha confirmou em nota que os garimpeiros também “tentaram invadir e incendiar a sede da Agência Fluvial de Humaitá (AgHumaitá)”, uma unidade da Força. “A ação foi contida pelos militares da Marinha com o apoio do Exército e da Polícia Militar do Amazonas”, informou a nota. Os fuzileiros navais chegaram a Humaitá na tarde de sábado (28) em um avião militar.

A Marinha informou que desde a terça-feira (24) vinha dando apoio à Operação Ouro Fino. “A prática [do garimpo] de forma irregular, além de causar prejuízos nocivos ao meio ambiente, contribui para o assoreamento dos rios, contamina as águas com produtos da mineração, bem como, dificulta a navegação”, informou a Marinha.

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