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Mais de 6 mil trabalhadores da saúde já receberam a segunda dose da vacina contra a Covid-19 em Manaus


A Prefeitura de Manaus já imunizou 6,5 mil trabalhadores da saúde com as duas doses de vacina necessárias ao esquema completo de vacinação contra a Covid-19, de acordo com dados consolidados até a manhã desta quinta-feira, 18/2, pelo vacinômetro, a plataforma de consulta pública do município para acompanhamento on-line das informações de imunização na capital.

A campanha, para esse grupo prioritário, foi aberta pelo prefeito David Almeida no dia 19 de janeiro, com atendimento escalonado de acordo com os riscos de exposição ao coronavírus, e continua aberta para todos os que se encontram no prazo de intervalo entre as duas doses da vacina e para aqueles que ainda não procuraram os postos para receber a primeira dose do imunizante.

“Os que já receberam as duas doses da vacina cumpriram o esquema de imunização preconizado pelo laboratório, portanto, para esses, a campanha está encerrada”, comemorou a chefe da Divisão de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), enfermeira Isabel Hernandes, acrescentando que as pessoas do grupo prioritário que já podem se vacinar e ainda não tomaram a dose, a preocupação do prefeito David Almeida é que elas procurem os postos de vacinação, porque as vacinas são contadas, prioritárias e destinadas somente agora para os trabalhadores da saúde, idosos institucionalizados, idosos de 70 anos ou mais e indígenas aldeados. “Quem está neste grupo, precisa se vacinar”, reforçou.

Os vacinados com a CoronaVac, do laboratório Sinovac/Instituto Butantan, foram os primeiros a completar o ciclo de imunização, já que o intervalo recomendado entre as duas doses é de até quatro semanas. Os que receberam a AstraZeneca, da Oxford/Fiocruz, ainda aguardam a data de início da segunda dose, que deve ser aplicada até 12 semanas após a primeira.

De acordo com Isabel, os períodos estabelecidos como referência pela Semsa para o agendamento da segunda dose são os mais próximos do prazo final. “Estudos realizados até o momento indicam maior efetividade quando as doses são administradas no maior intervalo previsto”, observa a enfermeira.

Isabel Hernandes alerta para a necessidade de concluir o ciclo de vacinação e de manter os cuidados tradicionais para evitar o contágio pelo coronavírus. Os cuidados, que incluem a lavagem frequente das mãos com água e sabão e uso de álcool a 70% quando não for possível lavar, além do uso de máscara e o distanciamento social, têm impacto na proteção individual e coletiva. “Apenas após as duas doses, o organismo vai adquirir a imunidade necessária e enquanto a maior parte da população não for imunizada, é preciso continuar com todas as medidas de prevenção”, explica.

Redação BMA

Redação BMA

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