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Josué propõe união dos Estados da Amazônia em apoio ao Novo Mercado do Gás e BR-319


Após apresentar dados sobre os benefícios da abertura do Mercado de Gás Natural para o agronegócio e para a economia do país no Agrolab Amazônia 2020, o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado Josué Neto (PRTB), propôs união pela regulamentação do Novo Mercado do gás e recebeu o apoio de representantes de outros Estados que comprometeram-se a somar esforços pela abertura do mercado do gás com a elaboração de um manifesto a favor da exploração do gás no Amazonas e a conclusão da BR-319 para beneficiar a Região Norte.

O evento, promovido pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) de Rondônia, na última semana, contou com a participação de deputados de Rondônia, Roraima e Amazonas.

De acordo com Josué, o gás é um dos principais insumos da produção de fertilizantes e hoje o Brasil compra de outros países 80% do que é utilizado nas plantações brasileiras, isso porque o custo do gás no Brasil ainda é alto, duas vezes mais caro que na Argentina, por exemplo.

Para ele, a abertura do mercado do gás vai aumentar a competitividade, reduzir o custo do gás no mercado e contribuir para o desenvolvimento das indústrias que também podem utilizar o gás como principal insumo da geração de energia. A medida também pode reduzir o custo de outros insumos, produtos e gerar empregos e outros benefícios para a população.

A projeção do Governo Federal com o novo marco regulatório do gás – que está sendo discutido no Senado - é destravar investimentos na ordem de R$ 60 bilhões e baratear o valor do gás em até 40%.

“Para o Amazonas será muito importante porque nós temos uma previsão, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que em dez anos toda a cadeia econômica vai gerar em torno de três trilhões de reais. No caso de emprego, só no Amazonas serão 40 mil novos empregos a partir dessa Nova Abertura do Mercado de Gás”, disse Josué ao explicar que o que mais o Brasil precisa no momento é empregos.

Josué disse que é responsabilidade do poder público trabalhar para criar ambientes favoráveis para atrair grandes empresas e lamentou a falta de interesse do Governo do Amazonas em criar um ambiente favorável ao mercado do gás.

“Meu registro aqui é de lamentação pela forma que o Poder Executivo do Amazonas não consegue enxergar os benefícios da abertura do mercado do gás para o povo. Os interesses que não são republicanos estão sendo mais importantes, do que a vida do povo”, disse.

Redação BMA

Redação BMA

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