BLOG DO MÁRIO ADOLFO
Você gostaria de receber notificações em tempo real e não perder nenhuma notícia importante?
Cancelar
Aceitar

Bookmarks

You haven't yet saved any bookmarks. To bookmark a post, just click .

Hemoam registra queda de 7,5% em doações de sangue, de janeiro a novembro


Na semana em que foi comemorado o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue (25 de novembro), a Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) registrou uma queda de 7,5% em doações de sangue, no período de janeiro a novembro deste ano. A redução é atribuída à pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, que afetou os estoques de todos os bancos de sangue do país.

De janeiro a novembro, o Hemoam registrou a presença de 49.279 doadores de sangue. No mesmo período do ano passado, o hemocentro recebeu 52.957 doadores.

“Nós percebemos que a pandemia afastou significativamente as pessoas, principalmente em meados de março, abril e maio, quando nosso estoque caiu cerca de 40%. Mesmo assim conseguimos nos recuperar e mobilizar a população que já doava e quem nunca doou também”, destacou a diretora-presidente do Hemoam, Socorro Sampaio.

A redução é atribuída à pandemia de Covid-19

Sampaio frisou que foram realizadas diversas ações de mobilização e, graças a esse esforço, o percentual de queda reduziu para 7,5%.

“Muita gente abraçou a causa da doação de sangue, fizemos parcerias inéditas com empresas privadas, entidades públicas e a sociedade civil organizada”, discursou Sampaio, durante uma solenidade de homenagem aos doadores realizada pelo Hemoam na quarta-feira (25/11).

Uma das homenageadas foi Regina Jurema, que soma mais de 50 doações na carteirinha. “Doar sangue pra mim é uma honra, tenho muito orgulho disso e tenho certeza que, de alguma forma, eu também sou recompensada por isso”, comentou.

Para quem virou doadora recentemente, a sensação é a mesma. A estudante Lara Barreto, 18, entrou no time de doadores durante a pandemia da Covid-19, mas já assegurou que vai continuar doando, além de tentar multiplicar o gesto.

“Eu falo sobre isso nas minhas redes sociais e percebo que muita gente se interessa pelo assunto, porém ainda sentem medo. Então eu tento tranquilizar e motivar ainda mais essas pessoas”, relatou.

Redação BMA

Redação BMA

As principais notícias do Amazonas, do Brasil e do mundo. Mais de 40 anos de jornalismo com credibilidade.