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GDE traz termelétrica flutuante para enfrentar a possível crise de energia no Norte do País


O combate à crise energética que ameaça se instalar no Amazonas e em todo território nacional nos próximos meses acaba de ganhar um aliado de peso: uma termelétrica flutuante com capacidade de gerar em torno de 110 MW que ficará fundeada nas proximidades da Usina do Mauazinho.

A presença desta termelétrica em Manaus será de grande importância para a população da capital amazonense, pois vai gerar aproximadamente 44% da capacidade total da hidrelétrica de Balbina, uma das principais fontes de energia da cidade.

A bordo do navio de transporte pesado Eagle, a termelétrica estará em Manaus na próxima terça-feira, dia 7.

Amazonas

A iniciativa de contribuir com a geração de energia para o Amazonas partiu do Grupo Dislub Equador, que atua no segmento de combustíveis e tem 23 anos de mercado e uma história de união e sucesso que começou em Recife-PE, em 1997.

E conta ainda com presença sólida nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, atuando em 15 estados, com mais de 460 postos através das suas bandeiras Dislub Energia e Equador Energia.

O time que compõe o Grupo é a energia que o move. A gestão que prioriza o bem-estar das pessoas é uma característica reconhecida e premiada pelo GPTW – Great Place to Work. Desde 2011, o Grupo Dislub Equador está entre as melhores empresas para se trabalhar no Norte e Nordeste, como atestam os repetidos prêmios.

Redação

Redação

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