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Em reunião com Mourão, Marcelo Ramos apresenta propostas para desenvolvimento sustentável da Amazônia


O deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM) se reuniu nesta terça-feira com o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, ocasião em que elencou uma série de propostas que conciliam a conservação da Floresta Amazônica e o desenvolvimento econômico e social da região. Uma delas foi materializada no estudo “Reforma Tributária, Zona Franca de Manaus e Sustentabilidade", elaborado por pesquisadores da Amazônia nas mais diversas áreas, entre eles, o presidente da Fundação Amazonas Sustentável, Virgílio Viana, Victor Salviatti (FAS), e o presidente da Levisky Legado e do Fórum Internacional Endowments, Ricardo Blau Leviski.

“Explicamos a necessidade de incentivos por uma indústria pautada em biotecnologia, produtos oriundos da floresta e desenvolvimento de software. Pedimos, ainda, a reabertura diálogo, por meio de uma reunião, do Conselho da Amazônia com as ONGs e, por fim, a proposta do SUS da Floresta, que tem como objetivo levar atendimento, principalmente às comunidades ribeirinhas distantes de Manaus”, afirmou Ramos.

Marcelo Ramos, Hamilton Mourão e Virgílio Viana
Marcelo Ramos em reunião com Hamilton Mourão

Ramos defendeu junto a Mourão, que coordena o Conselho Nacional da Amazônia Legal, alternativas econômicas que represem o desmatamento da floresta a partir da criação de mecanismos como a destinação de um percentual dos investimentos das empresas para pesquisa e desenvolvimento. Com a inclusão do polo industrial de Manaus nas discussões da reforma tributária, Marcelo Ramos entende que o investimento na região deve se voltar para iniciativas na piscicultura, turismo, produção agroflorestal, mineração responsável e produção naval.

Para Marcelo Ramos, repensar a economia da Região Amazônica pode servir para recuperar a imagem internacional do Brasil em termos ambientais. O deputado reitera que a floresta preservada tem mais valor econômico e político, não apenas pela possibilidade de sua exploração sustentável. Mas, também, pelo fato de o regime de chuvas que irriga o agronegócio depender essencialmente da floresta amazônica e por ser a Amazônia o selo de qualidade para que os produtos agropecuários brasileiros sigam competitivos.

Redação BMA

Redação BMA

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