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Dito & Feito - Mui amigo da Zona Franca, Bolsonaro trai a própria palavra


A bancada do Amazonas em Brasília continua se iludindo achando que Jair Bolsonaro é um grande aliado do Estado. Não é. E há um ano  vem dando provas disso fazendo do único modelo de desenvolvimento  da região passar por vários sustos. O último foi o anúncio, pelo presidente de estabelecer o crédito de IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) do concentrado de refrigerante em 8% neste ano, para em 2022 baixar a alíquota para 4% para quem compra o produto na Zona Franca de Manaus. Isso ata as nossas mãos e quebra as nossas pernas. Mas são todos os parlamentares do Amazonas que pensam assim?  Não. Ao menos o deputado federal Marcelo Ramos (PR-AM)  reagiu e disparou alguns torpedos contra o Palácio do Planalto.

Beijo da traição

Sem papas na língua, Marcelo disse que Bolsonaro trai seu compromisso com o povo do Amazonas e coloca o polo de concentrados e a ZFM, e consequentemente os empregos dos amazonenses, no corredor da morte.

Bye, bye Manaus

De acordo com o deputado amazonense, a medida, como anunciada pelo presidente, apenas adia o problema e dá tempo para que as empresas preparem a saída de Manaus.

Beijinhos, beijinhos, pau, pau!

O problema é que, quando vem a Manaus – e já veio ao menos duas vezes –, Bolsonaro diz que tem o maior respeito pelo Amazonas.

— Não entendo nada disso, mas sempre votei a favor da Zona Franca quando era deputado. O Pauderney (Avelino, ex-deputado, DEM), me enchia o saco, tá okey?

A decisão do presidente Jair Bolsonaro de aumentar de R$ 1039 para R$ 1045 o valor do salário mínimo de 2020 ainda vai dar muito pano pras mangas.

A primeira resistência virá do  Poder Legislativo. Isso acontece porque o valor repõe apenas a perda com a inflação de 2019, sem aumento real.

Estado preocupado

O governo do Amazonas emitiu nota apelando ao presidente para que ele reavalie tal redução e a mantenha em um nível mínimo de 8%, patamar que se pretende permanente, a fim de garantir a sobrevivência das empresas na ZFM.

O fim?

"A saída do país das duas maiores empresas de bebidas do mundo (Coca-Cola e Ambev) produzirá certamente um simbolismo negativo, desestimulando novos investimentos das empresas industriais já instaladas na ZFM", diz o Estado.

Braga sugere

O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga, defendeu incluir o aumento do PIB (Produto Interno Bruto) como critério para reajuste.

— Nós defendemos ganho real equivalente ao ganho de produtividade da economia –, disse ao Congresso em Foco.

Ele acredita nisso

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PRB) disse nessa quinta-feira, 16, que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Sales, quer criar uma secretaria no Amazonas, vinculada ao ministério para “acompanhar de perto a Amazônia”.

Pelo visto, o parlamentar acredita de olhos fechados na “boa intenção de Salles”.

Pensando no caboclo

A ideia é fiscalizar a exploração das florestas de forma sustentável, além do ecoturismo.

— Precisamos trabalhar na nossa biodiversidade e transformar nossas riquezas em economia, para que o caboclo tenha um emprego e faça uma preservação sustentável –, defendeu o deputado.

Prudência e caldo de galinha...

O que ainda não contaram para Alberto Neto – e nem ele deve ter lido –, é que as lideranças políticas e parte da comunidade científica vem alertando que é “preciso tratar o anúncio do ministro com cautela”.

... não fazem mal a ninguém”

Até pelo histórico das ações do atual governo na área do meio ambiente, como o desmantelamento da estrutura de fiscalização do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o congelamento do Fundo Amazônia.

Coração de estudante

A deputada estadual Alessandra Campêlo (MDB), está destinando este ano R$ 100 mil para a modernização dos laboratórios da Faculdade de Informação e Comunicação da Universidade Federal do Amazonas.

O recurso foi aprovado no final do ano passado durante a apreciação das emendas impositivas na Lei Orçamentária Anual (LOA 2020).

Saiu de lá

La Campêlo é jornalista formada pela UFAM.

E garante que a emenda vai colaborar não apenas com o curso de Comunicação Social, mas também com a formação dos estudantes de Biblioteconomia, Relações Públicas e Arquivologia.

Apertem o cinto

O Governo do Amazonas reduziu os gastos com diárias e passagens para servidores e economizou mais de R$ 4.780.803 em 2019.

Os números são referentes aos 12 meses de 2018, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Olho nas viagens

E foram apurados pela Coordenadoria de Gastos Públicos da Sead.

A secretaria é responsável por gerenciar as despesas com diárias e passagens de servidores e de passagens para pacientes em Tratamento Fora de Domicílio (TFD).

Voo que salva

Mesmo com o controle dos gastos públicos por conta do déficit orçamentário, por determinação do governador Wilson Lima, o Estado possibilitou que mais pacientes tivessem acesso a tratamentos de saúde que são oferecidos apenas em outros estados.

O acesso a atendimento especializado por meio do FTD aumentou em R$ 2.024.050,49. Esse valor é referente aos custos das passagens.

Baixinho não entra

A partir de agora a produção de qualquer espetáculo cultural em Manaus terá que informar classificação indicativa para esclarecer se a programação possui conteúdo inadequado ao desenvolvimento de crianças e adolescentes.

Agora é lei

A obrigatoriedade da classificação indicativa  está prevista na lei 472, de 22 de novembro de 2020, promulgada pelo presidente da Câmara Municipal, Joelson Silva (PSDB).

O projeto de lei de autoria do vereador Amauri Colares (Republicano).

Chamado de Raoni

Convocado pelo cacique Kayapó Raoni Metuktire , o Encontro dos Povos Mebengokrê, que começou na terça-feira (14) e será encerrado nesta sexta-feira (17).

Aproximadamente 40 etnias se reuniram na Terra Indígena Capoto Jarina, às margens do rio Xingu, no Mato Grosso.

Resistência

Nesta quarta-feira (15), durante o encontro dos Povos Mebengokrê,o cacique Raoni disse que Jair Bolsonaro provoca a divisão dos povos indígenas para implementar sua política de exploração comercial das terras demarcadas.

— Vou voltar a falar de novo, na frente de vocês, que eu não aceito que façam barragem, não aceito mineração na nossa terra, não aceito que destruam nossa floresta.

Recado ao presidente

Em seguida mandou um recado do presidente Bolsonaro:

— Como estou falando aqui, quero falar para Bolsonaro: Bolsonaro, veja se faça coisas bonitas, veja se faça as coisas direito. Ajude seu povo. Ajude o povo indígena. Você vem fazendo as coisas querendo destruir.

Loura veneno

Além da contaminação em garrafas das cervejas Belorizontina e Capixaba, os compostos químicos monoetilenoglicol e dietilenoglicol foram encontrados em mais seis marcas produzidas pela empresa mineira Backer.

Vá de pinga

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), também foram constatadas moléculas das substâncias nas cervejas Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo46, Backer Pilsen, Brown e Backer D2.

Suspende, garçon!

A análise da pasta ainda revelou que subiu para 21 a quantidade de lotes das bebidas fabricadas pela Backer que contam com a presença de um ou de ambos os componentes químicos, que são altamente tóxicos e nocivos à saúde quando ingeridos.

EM ALTA

Robert Parry , um médico-cirurgião faz curativos desenhados à mão, com personagens favoritos das crianças, e cola na pele delas depois das operações. Foi a forma doce e criativa que o cirurgião pediátrico encontrou para minimizar a dor e as cicatrizes das crianças que fazem cirurgias com ele. É o próprio médico quem desenha personagens como Minnie, Frozen, Batman, Tartaruga Ninja. Robert trabalha no Hospital Infantil Akron, em Ohio, EUA.

EM BAIXA

O Ministério da Agricultura confirmou nesta quarta-feira, 15, que a cervejaria Backer, de Belo Horizonte, usou água contaminada na produção. O ministério anunciou ter achado seis lotes contaminados da cerveja Belorizontina e uma da Capixaba. A investigação indica ainda que a Backer comprou 15 toneladas do monoetilenoglicol, usado na refrigeração da produção, quantidade acima do normal. Houve pico de consumo da substância no fim do ano.

Redação BMA

Redação BMA

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