BLOG DO MÁRIO ADOLFO
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Curumim – A história da pipoca


Pode até ser psicológico, mas eu não consigo entrar numa sala de cinema se não levar a minha pipoca. Tem coisa melhor que assistir a uma boa fita comendo o crocante grão de milho estourado, bem quentinho? De vez em quando eu costumo dizer que, ao invés de invadir as terras dos índios, permitir presença de garimpeiros em suas terras e levar doenças para os índios, nós deveríamos estar aprendendo com eles. Isso mesmo, você sabia que foram os índios que inventaram  a pipoca? É verdade! A pipoca já era apreciada pelos nativos americanos muito antes da chegada dos europeus. A pipoca, na verdade, é um alimento milenar, que foi introduzida na alimentação das pessoas na América e através dos índios. Inclusive seu nome deriva do tupi, “pi” que significa pele e “poka” referente a estourar. Em outras palavras, pipoca significa “estalando a pele”. Desta forma, os povos que chegaram nas novas terras descreviam o lanche como um alimento salgado derivado do milho e que tinha grande utilização pelos povos nativos da América. Os índios usavam a pipoca até como guirlandas e adereços de cabeça. Já pensou? Estudos mostram grande benefícios da pipoca porque contem fibras, polifenóis, antioxidantes, vitaminas do complexo B, manganês e magnésio e seu consumo pode trazer inúmeros benefícios à saúde. Atualmente há pesquisas que mostram que a pipoca pode conter mais antioxidante e ser mais eficiente ao sistema imunológico do que muitas frutas e hortaliças. Mas tem uma coisa. Cuidado com a forma de preparar a pipoca, hein! Dependendo da forma  como é consumida, pode quase que anular os benefícios da pipoca. O seu limite como um alimento saudável termina quando começa a adição exagerada de sal, manteiga, conservantes industrializados ou outros aromas e coberturas sobre ela. O calor é tudo o que o milho de pipoca precisa para estourar. E agora que você leu tudo isso, que tal pedir para a mamãe fazer uma pipoquinha quentinha e correr para assistir um filme na TV?

Mário Adolfo Filho

Mário Adolfo Filho

Jornalista, formado pela Universidade Federal do Amazonas. Com passagem por grandes jornais de Manaus, Prefeitura de Manaus, Câmara Municipal de Manaus e Câmara dos Deputados.