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Chico Preto pede que governador pare de ‘mimimi’ e resolva o problema da saúde

O vereador Chico Preto (PMN) pediu que o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), pare de “mimimi” e de culpar gestões passadas pelo caos da saúde pública, e comece a tomar atitudes efetivas para mudar o atual cenário. A cobrança foi feita da tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM), na sessão plenária desta terça-feira (12).

“Cabe ao senhor governador trabalhar e não ficar fazendo política pelo retrovisor. Governador olhe para frente. Decida, organize, rompa, escreva uma nova história, mas pare de mimimi, porque mimimi não é digno aos homens que alçam o mais honroso cargo do estado. Chega de bater foto sorrindo na entrega de implementos e mostrar foto chorando quando é relacionado à saúde ”, afirmou.

O parlamentar lembrou que o problema da saúde não é novo, no entanto destacou que Wilson Lima foi eleito para encontrar soluções às demandas do povo amazonense, e que a saúde deve ser prioridade.

“A saúde pública requer atitude e atitude é ter compromisso de decidir. Não vou jogar na conta do novo governo tudo o que está acontecendo. Porém, quando se assume a responsabilidade de governar é preciso ter coragem e independência para decidir. Essa bronca é de quem governa”, disse.

Terceirização
Chico Preto cobrou, também, a realização de concurso público e criticou a excessiva terceirização do sistema público de saúde. Na avaliação dele, a pratica é uma porta aberta para corrupção, e usada para explorar trabalhadores do setor, que ganham cerca de 60% do valor que um profissional concursado ganharia fazendo mesmo serviço.

“A terceirização chega a um nível que o orçamento, que é de R$ 3 bilhões, não consegue mais manter a quantidade dos serviços. É preciso fazer concurso público e resgatar a essência do SUS. O modelo que está aí só gera desvio de recursos e opressão, porque se contrata uma empresa para terceirizar serviço e ela paga 60% daquilo que o cidadão poderia receber no contracheque se fosse concursado. Essa lógica é perversa, mas atende a interesses econômicos de pessoas e grupos que se apoderaram da Secretaria de saúde”, afirmou.

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