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Banco da Amazônia inicia nova fase do Pronaf Digital


No município de Soure, no Arquipélago do Marajó, e na Comunidade Indígena Xaari, em Boa Vista-RR, está sendo operacionalizada a primeira fase da instalação do aplicativo com a linha Pronaf B, que oferece R$ 2.500,00, atendendo principalmente as atividades de pesca artesanal e extrativismo como açaí, pupunha, bacuri e etc. As comunidades atendidas em Roraima foram Anuá, Xaari, Santa Rosa e Boca da Mata, todas da etinia Wai Wai. Na segunda fase, com a linha Pronaf Custeio, será realizado o custeio pecuário e custeio agrícola, como o cultivo de açaí, abacaxi, arroz, cacau e mandioca, culturas predominantes na região amazônica.

De acordo com o presidente do Banco da Amazônia, Valdecir Tose, por meio do Pronaf Digital, o Basa está fazendo inclusão social e cidadania de forma rápida, simples e objetiva para a população ribeirinha e tradicional da região amazônica. “Neste ano, vamos aplicar mais de R$ 10 bilhões em projetos sustentáveis, projetos que apoiam o desenvolvimento desta população, visto que temos 28 milhões de habitantes só na Amazônia brasileira”, comentou.

Para a gerente geral da agência do Banco da Amazônia em Soure-PA, Neuma Silva Bastos, o projeto tecnológico Basa Digital é um grande avanço e está diminuindo significativamente o tempo de resposta ao cliente, recepcionando as propostas da assistência técnica, e no mesmo dia, realizando a análise e a efetivação do crédito. Ela informa que a agência já atendeu os municípios de Soure, Salvaterra, Cachoeira do Arari e Santa Cruz do Arari, somando mais de 70 operações contratadas através do Basa Digital.  

O cliente Nilson Cardoso da Silva, agricultor familiar de Soure-PA, foi um dos beneficiários do Pronaf Digital para a construção artesanal de pequenas embarcações. “Foi uma surpresa a agilidade do processo ao crédito, antes do modo digital eram bem mais demorados os meus processos. O crédito vai ajudar bastante, pois toda a minha família sobrevive do extrativismo”.

Redação BMA

Redação BMA

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