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Amazonas reduz em 67,5% taxa de letalidade por Covid-19


Entre o pico da pandemia de Covid-19, no primeiro semestre de 2020, e a situação atual, o estado do Amazonas reduziu a taxa de letalidade por Covid-19 em 67,5% – de 8,09% em abril de 2020 para os atuais 2,6%.  A taxa é medida pelo número de óbitos em relação à quantidade de casos.

O estado também tem registrado as maiores quedas na média móvel de óbitos por Covid-19, entre os 27 estados da federação e o Distrito Federal. Conforme o Consórcio de Imprensa, que integra vários veículos de comunicação do país, na última semana, o Amazonas registrou 48% de queda na média móvel de óbitos.

A taxa é medida pelo número de óbitos em relação à quantidade de casos

Além do Amazonas, apenas Maranhão e Ceará registram queda na média móvel de óbitos, segundo o consórcio de imprensa, na contramão de quase todo o Brasil, onde essa média só cresce.

O secretário de Estado de Saúde, Marcellus Campêlo, destacou que a queda da taxa de letalidade está relacionada, entre outros motivos, ao aprimoramento no diagnóstico da Covid-19 logo no início dos sintomas. “Com a expertise das equipes médicas, hoje estamos diagnosticando mais cedo, conseguindo tratar a Covid com mais rapidez, o que tem feito com que os pacientes agravem menos”.

Mesmo com a queda, a redução não é motivo de comemoração, uma vez que o número de óbitos por Covid-19 chegou a 5 mil no estado. Também não justifica o relaxamento das medidas de prevenção pela população, como o distanciamento social, uso de máscara e a higiene frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel. Ainda assim, mostram o quanto o estado avançou no enfrentamento à doença nos últimos tempos.

Contribuem para a queda nos óbitos a melhoria do atendimento, o que passa por uma melhor organização dos serviços de saúde do Estado. Muitos pacientes internados não têm mais o vírus, mas, como a sobrevida aumentou, precisam de internação para cuidar das sequelas da doença. No hospital de referência Delphina Aziz, zona norte de Manaus, dos 120 leitos de UTI ativos, 51 estavam ocupados por pacientes nessa condição no último dia 11 de dezembro.

Redação BMA

Redação BMA

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