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Amazonas oferece fisioterapia pulmonar para reabilitação de servidores afetados pela Covid-19


Com o intuito de garantir a segurança e auxiliar na reabilitação daqueles que contraíram o novo coronavírus, o Governo do Amazonas, por meio de secretarias de Estado, tem oferecido serviços de fisioterapia pulmonar a servidores estaduais. A medida vem para proteger e melhorar a qualidade de vida dessas pessoas, além de contribuir com o retorno seguro às atividades.

Entre os órgãos que oferecem acompanhamento com fisioterapia pulmonar estão a Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam), Fundação Hospitalar Adriano Jorge (FAHJ) e a Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas). Na Fundação Hemoam, desde o pico da pandemia, o Núcleo de Atenção ao Servidor (NAS) disponibilizou o serviço.

De acordo com a fisioterapeuta do NAS-Hemoam, Elene Santos, a fisioterapia respiratória é composta por exercícios que têm a função de reabilitar o músculo pulmonar e melhorar a capacidade funcional e ventilatória, prejudicadas com o novo coronavírus. “Notamos que a fisioterapia pulmonar gerava um grande diferencial na recuperação não apenas de pacientes que contraíram a Covid-19, mas de todas as síndromes respiratórias, então foi de grande importância poder oferecer esse serviço e ajudar os servidores”, explicou.

De abril a julho deste ano, a equipe multidisciplinar do NAS – Hemoam, composta por médicos, fisioterapeutas, psicólogos e assistentes sociais, atendeu mais de 1.700 servidores. 

Com atendimentos realizados por meio de videoconferência durante os meses mais críticos da pandemia, Elene falou sobre o trabalho de preservação da saúde física e mental dos colegas afetados pela doença. “Minha missão como fisioterapeuta é reabilitar ou prevenir qualquer tipo de patologia que o servidor venha a ter. É gratificante pra gente poder ajudar o próximo, principalmente sendo um colega de trabalho, e essa é uma experiência que vou levar por toda a vida”, afirmou.

Um dos beneficiados pelo atendimento da equipe multidisciplinar do NAS – Hemoam foi Cristóvão Ribeiro, de 50 anos. O servidor, que é gerente de Sistemas e atua no local há 18 anos, contou que os sintomas tiveram início no fim de abril e a doença durou aproximadamente 26 dias. Ele teve 46% do pulmão comprometido e disse que a fisioterapia mudou a sua vida.

“Recebi assistência do começo ao fim da doença. Eu não conhecia, mas afirmo que foi sensacional. Sem isso eu jamais teria recuperado a funcionalidade dos meus pulmões. Recebi alta no último dia de julho, mas continuo realizando os exercícios, pois tive uma melhora substancial na minha forma de controlar a respiração. Só tenho a agradecer”, destacou Cristóvão.

Redação BMA

Redação BMA

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